terça-feira, 15 de abril de 2014
The Bounty hunter
Yes, i shot'em down for good
one by one i saw them falling
one by one, and there i stood
May them rot in hell, i'm saying
Now they're dead, i hope it's understood
for them there won't be praying
Killing is the best i can do
Gunpowder and flesh reach my nose
The pool of blood now touch my shoe
They didn't see it coming, i suppose
There won't be more fooling around
Now that all their eyes are closed
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Isn't It???
What is like to feel all the the odds
For and against a life that is our?
What if we foresee all the knots
of the Web of Time that rule and devour?
As it ends we pretend to live free
Spotless illusions, loose odds we lost in our path.
Through our limited mind we can't see
Eternity echoing between our breath
Couldn't we sense and perceive It leaking
beneath our grasping mouths as we kiss?
We couldn't spend that time thinking
what we are and create is full of bliss.
What is like to feel what wasn't revive?
Nonsense! It's good to be alive!
For and against a life that is our?
What if we foresee all the knots
of the Web of Time that rule and devour?
As it ends we pretend to live free
Spotless illusions, loose odds we lost in our path.
Through our limited mind we can't see
Eternity echoing between our breath
Couldn't we sense and perceive It leaking
beneath our grasping mouths as we kiss?
We couldn't spend that time thinking
what we are and create is full of bliss.
What is like to feel what wasn't revive?
Nonsense! It's good to be alive!
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Impressões sobre Sampa, a quarta dimensão, a estranheza dos novos tempos e um estalo.
[Esse desenho é uma reprodução que fiz as pressas de uma imagem refletida por fortes lâmpadas nos arranha-céus de Sampa no dia da Virada Cultural de 2013.(se alguém souber de quem era a intervenção,comuniquem para devidos créditos)]Contextualizando, rimo na esquerda, rimo na direita, a coisa certa é que tem que ser feita.
O evento rolando e São Paulo se mostrando:
Uma paz estranha, Um lazer vigiado, jogado no Centro, os "bonde" levando celular, carteira. Diversidade, alegria, cultura, e esse símbolo.
3 São Paulos do Passado, distintamente Revolucionárias, se fundiam com a real em alucinações e situações ao decorrer da noite.
A de Dumont passava sobre minha cabeça. Pagu, Matarazzos e os de Andrade brincavam com Peri, no jardim do Theatro Municipal. Da revolução esquecida e da chuva terrificante sobre a população, que se refletia nos para-brisas das Blazers cor de Coral e morria na opacidade e incongruência dos camisas cinzas nas ruas;
A Constitucionalista, que se bem sucedida nos transformaria numa Suíça Tropical, que gritava com sua arquitetura e ecoava nos granitos negros, cerceada pelo governo rico e duvidoso de Getúlio. E no banheiro do Mercado Municipal, estranhamente parecido com uma câmara de gás, um fantasma fala de experiências esquecidas e mostra o espírito higienista que tomou conta da capital paulista no Estado Novo, cheia de nazistas, fascistas e mafiosos exilados em seu território, avessa à quantidade de refugiados nordestinos dispostos a tudo por uma vida menos seca;
E a da Constituinte, na exatidão sem nexo do fim dos anos 80, fervilhada de cidadãos e operários com consciência social, mas com a massa atordoada com o retorno da democracia, catatônica, atônita, apática, empurrada, condicionada e anestesiada pela injeção platinada diária de alienação, invadindo as retinas e tomando a consciência, ditando a educação de um povo órfão de líderes que ia se misturando e se confundindo, se repetindo na São Paulo real e atual diante de meus olhos, nos palcos, Sidney Magal cantando, os gêneros se confundindo. Essa São Paulo, da época que nasci ia se mostrando nos prédios dos Bancos, na miséria dos pedintes,no metrô.
E como nas três São paulo do passado vamos sendo bombardeados, vítimasdo descaso, e usados como massa de manobra
E na soma das três com a atual, o funk psicodélico rolando e, de repente, nada disso.
A realidade foi imaginada e explodida em alguma lata atrás da praça Júlio Prestes.Na mente de alguém.
E depois sumiu na força coerciva do estado. Nas revoltas, que levaram milhões as ruas, mas como joguetes, mais uma vez. No descaso com a sua própria história, revolucionária, na constante alienação de sua população, que sobrevive, que mostra e tem muito amor. Amor que floresce fluorescente em SP.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
#54
Inquietude.
A manhã que se inicia.
Mais um dia que começa com uma nostalgia de um passado inexistente.
Ainda és o perpetuum mobile da minha produção literária.
Intrigante.
Nunca me respondes.
Me doem as marcas de amores, me doem as vistas, cansadas de lágrimas.
Esses amores.
Intensos, furiosos, calorosos, acolhedores, violentos, quentes, múltiplos.
Paixões d'alma.
Tu.
Vós.
Minha voz, sem retorno.
E meu coração, que sempre acha um espaço pra colocar mais alguém.
Amores.
Temores.
A morte.
O que há em mim que desperta o extremo nos outros?
O Mestre disse: "ou frio, ou quente, o morno me dá náusea"
Não sei, não sei.
Procurar caminhos pra vida, quando só se importa o caminho, é uma aventura interessante.
Isso foi presente teu. Presente teu, ensinar que o mundo não é só meu.
Sem isso seria mais um fascistinha burguês, machinho escroto.
Inquietude.
A manhã que se inicia.
Caralho, tenho que ir trabalhar!
A manhã que se inicia.
Mais um dia que começa com uma nostalgia de um passado inexistente.
Ainda és o perpetuum mobile da minha produção literária.
Intrigante.
Nunca me respondes.
Me doem as marcas de amores, me doem as vistas, cansadas de lágrimas.
Esses amores.
Intensos, furiosos, calorosos, acolhedores, violentos, quentes, múltiplos.
Paixões d'alma.
Tu.
Vós.
Minha voz, sem retorno.
E meu coração, que sempre acha um espaço pra colocar mais alguém.
Amores.
Temores.
A morte.
O que há em mim que desperta o extremo nos outros?
O Mestre disse: "ou frio, ou quente, o morno me dá náusea"
Não sei, não sei.
Procurar caminhos pra vida, quando só se importa o caminho, é uma aventura interessante.
Isso foi presente teu. Presente teu, ensinar que o mundo não é só meu.
Sem isso seria mais um fascistinha burguês, machinho escroto.
Inquietude.
A manhã que se inicia.
Caralho, tenho que ir trabalhar!
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Uno strano incendio nella grande casa dei buffoni di Venezia
![]() |
| (ilustrado por Carlito Cumpay) |
Perdeu-se muito tempo e Suplicou-se muito os olhos às telas insidiosas.
Então, prestes à explosão da terrível e grande bomba do deboche, os insensatos passaram a devorar sonhos alheios.
Facas lançadas a esmo e contra si.
A chama foi acesa.
Consumindo cada farsa, cada peripécia, cada artimanha, cada artifício.
Consumiu-se a graça.
Sumiu o Riso.
Do you want a baloon???
![]() |
| (Ilustrado por Carlito Cumpay) |
Pretty good deeds, my friend, just come with me
Join my party, oh fella, it's really a feast
Come and jam, oh my brother, your eyes must see
The good life, yes, little master, release your inner beast
Join my party, oh fella, it's really a feast
Come and jam, oh my brother, your eyes must see
The good life, yes, little master, release your inner beast
The nymphs are giggling, you must lose control
They are witty, sweet, eager and fresh
The drinks are bubbling, let the good times roll
You know you deserve delight yourself in their flesh
They are witty, sweet, eager and fresh
The drinks are bubbling, let the good times roll
You know you deserve delight yourself in their flesh
It's all for you, for you all this thrill
and it's coming, coming very soon
I know, oh my master, that it was your will
But first, let me ask, do you want a baloon?
and it's coming, coming very soon
I know, oh my master, that it was your will
But first, let me ask, do you want a baloon?
I knew you would take it, take it all
Now your destiny in my hands shall fall.
Now your destiny in my hands shall fall.
domingo, 14 de julho de 2013
Turn it up, shut up and Drive
Entra
Acelera.
Fecha a janela, não quero vento.
quinze minutos!
você nem vem comigo.
200 por hora.
Volto.
Não é o mesmo lugar,
reconfigurou-se.
É um galho do passado que nunca cresceu e,
ainda assim,
caiu no meio da estrada.
Muito, muito tempo.
Em preto e branco,
na parede da memória,
ainda os mesmos tijolos
Tanta cor
Tanto amor
como é fácil viver, não?
Silencio.
Tem tanta estrada pela frente...
Vai, aumenta o Som.
Cala a boca e dirige!
Acelera.
Fecha a janela, não quero vento.
quinze minutos!
você nem vem comigo.
200 por hora.
Volto.
Não é o mesmo lugar,
reconfigurou-se.
É um galho do passado que nunca cresceu e,
ainda assim,
caiu no meio da estrada.
Muito, muito tempo.
Em preto e branco,
na parede da memória,
ainda os mesmos tijolos
Tanta cor
Tanto amor
como é fácil viver, não?
Silencio.
Tem tanta estrada pela frente...
Vai, aumenta o Som.
Cala a boca e dirige!
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